Por Mariana Magalhães(nº5)
Eduardo veio ao meu encontro: “Lembre que você tem que escrever...” Eu sei, Eduardo, estou dentro das regras... Um jogo? Eu nem sei... O que me causou a falta? Falta, é claro. O porquê da falta? Tentei me conformar porque imprevistos acontecem, ainda mais quando você depende dos outros para que isso aconteça. Ouvi de Conceição: “As pessoas sentiram a sua falta...” Ótimo, tenho contribuído para o grupo. Estou com uma dor de cabeça infernal, mas compromissos, regras são regras. Talvez não me estenda. Ficou em mim um vazio, eu não sei explicar... É como se o apaixonado tivesse faltado na minha paixão. Deixe-me explicar melhor. Não é o apaixonado, é o apaixonante, desculpem. Ato falho registrado. Estou apaixonada por isso que freqüento todas as quintas-feiras, e isso me faltou. Mas não enlouqueci, como as paixões antigas. A Confraria é uma das minhas paixões, e se assim não fosse...ah! Se assim não fosse...bye, bye para as regras, bye, bye as quintas-feiras, bye, bye meu pouco dinheiro despendido, iria sobrar mais... É engraçado estar cumprindo regras num momento de dor; é óbvio, regras doem... Eu não achei que sentiria isso... Vou finalizar, nem sei mais o que estou escrevendo porque a minha cabeça dói, estou gelada de frio e minhas mãos não estão sustentando mais a caneta...

1 Comments:
experimento cumprir regras em momento de dor, a surpresa de um acontecimento acarreta uma decepção que me presenteia com a tristaza, mas o pensamento é seguir honrar compronissos. Até as coisas se arrumarem em meu pensamento a melancolia parece dominar, mas depois de compreendida a situação e da decisão tomada, seja ela cômoda ou incômoda, a situação perde sua força e deixa espaço para o aprendizado. O importante é trabalhar pra não deixar a histeria paralisar, entorpecer.
Iris
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