quinta-feira, novembro 23, 2006

Por Potira Rocha(nº3)

Um texto para o mundo. Um texto do meu mundo. Aquele mundo que venho descobrindo há 2 anos. O mundo que assusta e atrai ao mesmo tempo.

Jogo de esconder, jogo de pegar. Jogo do eu comigo mesma. Jogo “de mim” tentando matar minha mãe , a tirana , que faz parte do meu gozo.

Esquisito, mas gozo com tiranos. Esquisito nada.....é humano. É histérico colocar-se como objeto do outro. Masoquismo. Palavras soltas. Brain storm. Associação livre.

Sonho com bolsas, depois sonho com a morte da mãe (ou o inverso, não lembro agora)vivo minha sexualidade, ou tento. Passo pelo feminino para chegar ao feminino. Vivo minha sexualidade. Escrita flutuante, atenção do mesmo jeito.

Mão que segura o papel e outra que escreve. Mãe que inscreve. Eu que me deixo.

Potira Rocha

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Quando você diz "passo pelo feminino para chegar ao feminino", me leva de volta como num raio, à casa de meus pais e às minhas irmãs. Batons, saias, rendas, namorados, sexo, o que pode e o que não se deve. O que não se deve virou dívida mesmo. Ficou lá, sem muito jeito de se pagar. Com o tempo ficou caduco. Não tem mais valor. Mas de vez em quando... amígdalas! Amídalas. Ame delas. Assim ficou melhor.
Conceição

28/11/06  

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